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Professor Silvio de Almeida lança o livro "Racismo estrutural" na ESS-UFRJ

 

A Escola de Serviço Social (ESS) da UFRJ recebe, nesta sexta-feira, dia 20, o professor Silvio Luiz de Almeida, advogado e pós-doutor pelo Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Universidade de São Paulo (USP). Na ocasião, o professor lançará o livro “Racismo estrutural”, que faz parte da “Coleção Feminismos Plurais”, coordenada pela filósofa Djamila Ribeiro. O evento acontece a partir das 18h30, no Auditório da ESS-UFRJ, localizado no campus universitário da Praia Vermelha da UFRJ (Avenida Pasteur, 250, fundos, Urca).

Sobre o autor

Silvio Luiz de Almeida é doutor e pós-doutor pelo Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Mestre em Direito Político e Econômico e Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Graduado em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Professor do Curso de Graduação em Direito e Docente Permanente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito Político e Econômico da Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP). Professor de Filosofia e Ética e de Compliance, Governança Corporativa e Implementação de Práticas Antidiscriminatórias na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. Professor de Filosofia do Direito e Introdução ao Estudo do Direito da Universidade São Judas Tadeu (SP). Presidente do Instituto Luiz Gama (SP). Consultor especializado na implantação de políticas de diversidade. Advogado em São Paulo. (Texto disponível na Plataforma Lattes)

Sobre a coleção

Reconhecendo a importância do reconhecimento da multiplicidade de vozes, nasce a coleção Feminismos Plurais, parceria da Editora Letramento com o Justificando. Organizada pela Mestre em Filosofia Política e feminista negra, Djamila Ribeiro, a coleção visa abordar em uma série de pequenos livros diversos aspectos e perspectivas dos feminismos, tendo como pilar principal mulheres negras e indígenas e homens negros como sujeitos políticos. Comumente, esses sujeitos são tratados como implícitos ou relegados a condição de “mero recorte” dentro de uma história única e excludente. Feminismos Plurais segue a responsabilidade histórica de romper silêncios. (Texto disponível no site Geledés)

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