CFCH - Centro de Filosofia e Ciências Humanas

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Conselho do CFCH aprova moção de apoio e estímulo às Ações Afirmativas

Conselheiros também aprovaram nota de solidariedade ao cartunista Renato Aroeira

O Conselho de Coordenação do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), reunido em sua 872ª reunião ordinária, realizada na última segunda-feira, dia 22, aprovou moção de “apoio e estímulo à continuidade das políticas de ações afirmativas na UFRJ, em defesa da inclusão de negros (pretos e pardos), indígenas e pessoas com deficiência em seus programas de pós-graduação (Mestrado, Mestrado Profissional e Doutorado”. 

A moção foi motivada pela Portaria do Ministério da Educação (MEC) n° 545 de 16 de junho de 2020, que revogava a Portaria n° 13 de 11 de maio de 2016, que por sua vez, estimula a criação de ações afirmativas nos cursos de pós-graduação das universidades públicas federais. No entanto, no último dia 23 (terça-feira), o MEC voltou atrás e publicou no Diário Oficial da União (DOU), a revogação da Portaria 545/2020, tornando-a sem efeito. “O CFCH aplica a Política de Ação Afirmativa nos 167 cursos de pós-graduação existentes, iniciando em 2016, com os Programas PPDH (Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas em Direitos Humanos) e PPGHC (Programa de Pós-Graduação em História Comparada), e alcançando sua totalidade em 2020, com o PPGTLCOM (Programa de Pós-Graduação em Tecnologias e Linguagens da Comunicação)”, diz a moção. “O CFCH conclama aos demais programas de pós-graduação da UFRJ que ainda não aprovaram Políticas de Ações Afirmativas que deem continuidade ao processo de discussão, aperfeiçoamento e aprovação das Ações Afirmativas”, conclui o texto do documento.

Clique aqui para ler a nota na íntegra.

Também foi aprovada moção de solidariedade ao chargista e cartunista Renato Aroeira, cuja charge - que retrata o presidente da República transformando a cruz vermelha de um hospital em uma suástica nazista - foi objeto de pedido de investigação pelo Ministério da Justiça. Aroeira trabalhou na UFRJ como colaborador da Revista Pessoal, produzida pela então Sub-Reitoria de Pessoal (atual Pró-Reitoria de Pessoal), deixando o trabalho em 1991. 

Clique aqui para ler a nota na íntegra.

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